"Uma realização: a primeira clínica de medicina hiperbárica de Sorocaba."
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Dr. Camilo Saraiva ministra aula sobre os Benefícios da Oxigenoterapia Hiperbárica em Lesões Oncológicas

Dr Camilo Saraiva, sócio fundador da OXICENTER, ministrando aula sobre os Benefícios da Oxigenoterapia Hiperbárica em Lesões Oncológicas, na Segunda Jornada de Medicina Hiperbárica de Juíz de Fora

Dra. Daniela Flores e Dr. Camilo Saraiva, da clínica Oxicenter, integram grupo responsável por discutir e implementar medidas de segurança em mergulhos.

Dois médicos sorocabanos participam como convidados e palestrantes do 13º Curso de Medicina Hiperbárica e Subaquática da DAN Brasil, organização de pesquisa, sem fins lucrativos, dedicada à segurança e à saúde de mergulhadores.

Dra. Daniela Flores e Dr. Camilo Saraiva, da clínica Oxicenter, de Sorocaba (SP), são médicos hiperbaristas e fazem parte do seleto grupo de médicos brasileiros voluntários da DAN Brasil, que atua em casos de emergências e acidentes envolvendo mergulhadores em todo o país. Além deles, apenas mais quatro médicos integram a equipe.

Durante o encontro, os especialistas sorocabanos tratarão de assuntos ligados ao atendimento e ao tratamento de mergulhadores, e um dos temas é a doença descompressiva, explicada pela Dra. Daniela Flores. “Quando respiramos, nosso corpo retém todos os gases presentes na atmosfera, como: oxigênio, nitrogênio e gás carbônico. No entanto, em ambientes pressurizados, como durante um mergulho, a velocidade da absorção desses gases é muito mais rápida, já que é proporcional ao aumento da pressão”, ilustra. “Assim, o nitrogênio, gás presente no ar atmosférico, quando respirado sob pressão, acaba acumulando no sangue, pois não é metabolizado pelo organismo, como ocorre com o oxigênio”.

A médica explica que, quando o mergulhador retorna à superfície muito rapidamente, o nitrogênio diluído no sangue e nos tecidos (coluna vertebral e articulações, por exemplo) pode formar bolhas, causando a doença descompressiva, que pode causar desde dores articulares e manchas na pele, por exemplo, até paralisia dos membros, alterações na coordenação motora e perda de consciência (desmaio), nos casos mais graves.

O curso visa ampliar o número de médicos familiarizados com os sinais e os sintomas do mal descompressivo e também de outras doenças e necessidades médicas relativas ao mergulho. “O acidente de mergulho é raro e o diagnóstico é exclusivamente clínico. Por isto, há certo desconhecimento por parte dos médicos, o que retarda o início do tratamento adequado, reduzindo as chances de uma recuperação mais rápida e completa do acidentado”, destaca Dra. Daniela.

Tratamento especializado

A doença descompressiva é tratada com a oxigenoterapia hiperbárica, terapia em que o paciente respira oxigênio puro em uma câmara pressurizada. “Na oxigenoterapia hiperbárica, o oxigênio é concentrado em 100% e pressurizado a, aproximadamente, 3 atm. No ar que respiramos, o oxigênio é concentrado a cerca de 20% e a uma pressão média de apenas 1 atm. Nestas condições especiais, a oxigenoterapia hiperbárica atua acelerando a eliminação do nitrogênio acumulado no sangue e nos tecidos, além de frear a formação de novas bolhas”, explica a especialista da Oxicenter.

Dr. Camilo e Dra. Daniela integram o grupo da chamada Hot Line, meio de comunicação da DAN, responsável por orientar profissionais de saúde que se deparem com situações emergenciais de acidentes com mergulho no Brasil.

O curso será realizado no auditório do Hospital Santa Cruz, em São Paulo SP, entre os dias 2 a 4 de setembro de 2016. Informações e inscrições, pelo site: www.danbrasil.org.br.

Oxigenoterapia hiperbárica também ajuda na recuperação de cirurgias, cicatrização de feridas e no tratamento de doenças.

 Dia após dia surgem novas tecnologias ligadas à medicina. Cirurgias realizadas por computador, tratamento com células tronco, novos antibióticos e nanotecnologia já são realidade em hospitais e clínicas de referência e, aos poucos, vão se popularizando. Mas você sabia que o simples ato de respirar oxigênio puro, em condições especiais, pode contribuir, e muito, para a recuperação de lesões musculares, além de ajudar na cicatrização de feridas e no tratamento de doenças, como infecções ósseas?

Trata-se de uma terapia, ainda pouco conhecida no Brasil e de nome complicado, mas de funcionamento relativamente simples. É a oxigenoterapia hiperbárica, técnica representada pela sigla OHB, que consiste em respirar oxigênio puro, em pressão superior à atmosférica, dentro de uma câmara própria. Não adianta, por exemplo, correr para dentro da mata e encher os pulmões de ar fresco. Para surtir efeito, o oxigênio precisa estar a uma concentração de 100% dentro dessa câmara especial e pressurizada, ou seja, cerca de cinco vezes mais do que o ar que normalmente respiramos.

Dra. Daniela Flores, médica hiperbarista da clínica Oxicenter, com unidades em Sorocaba e Itu (SP), explica que a técnica é largamente utilizada por atletas em outros países, como o Japão e os EUA, na recuperação das lesões pós-traumáticas, como torções, inflamações musculares e estiramentos. “Nas últimas décadas, os esportes altamente competitivos têm propiciado, não somente o aumento do número de lesões, como a gravidade delas e isto ao mesmo tempo em que os esportistas necessitam, cada vez mais, de recuperação rápida e retorno às atividades”, comenta.

Por este motivo, a OHB, que pode ser utilizada para tratar várias doenças, acabou popularizando-se no meio esportivo, segundo as observações do especialista japonês Kazuyoshi Yagishita, que é pesquisador da Universidade de Tóquio e Ph.D. em oxigenoterapia hiperbárica, reconhecido como um dos maiores estudiosos do tema no mundo. “Realizando diversas pesquisas no Japão, com atletas que sofreram lesões, como torções e rupturas de ligamentos ele constatou que há significativa melhora e aceleração da recuperação em 100% dos casos em que houve a realização da oxigenoterapia hiperbárica. Por este motivo, o tratamento é tão difundido no meio”, relata Dra. Daniela.

A especialista conta que a melhora mais rápida do atleta submetido ao tratamento ocorre, pois, a maior oxigenação dos tecidos lesionados faz com que as células do corpo, responsáveis pela cicatrização, entrem em ação, com mais agilidade e força. “A OHB contribui para potencializar a formação de novos vasos sanguíneos e, também, para a proliferação dos fibroblastos, que são as células que produzem e organizam o colágeno, que dão elasticidade à pele e estimulam a cicatrização”, afirma. Outra vantagem da OHB no meio esportivo é que não utiliza nenhum produto químico, que possa interferir nos exames antidoping.

Atletas de ponta apostam na OHB

Atletas da elite mundial do esporte utilizam a oxigenoterapia hiperbárica como forma de acelerar a recuperação do corpo, após competições desgastantes ou lesões. O nadador estadunidense Michael Phelps fez sessões de OHB, durante a preparação para os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Neste sentido a Oxigenoterapia parece reduzir o tempo de recuperação após exercícios exaustivos, mas ainda são necessários mais estudos para confirmar este efeito.

Durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014, a seleção japonesa, que se hospedou em Itu (SP), firmou parceria com a Oxicenter, para o tratamento dos atletas. Eles tiveram à disposição, caso fosse necessário, toda a tecnologia para a aplicação da oxigenoterapia hiperbárica, muito popular no Japão onde é utilizada em atletas das mais variadas modalidades, quando sofrem lesões musculares ou de ligamentos durante treinos ou competições.

Aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), desde 1995, a partir de 2010, a oxigenoterapia hiperbárica também foi incluída pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no rol de procedimentos com cobertura obrigatória por todos os planos de saúde para algumas patologias, como é o caso de feridas em pés diabéticos. Muitos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de ações judiciais, também já têm conseguido atendimento gratuito para o tratamento.

A Oxicenter fica na Rua Martinica, nº 265, Jardim América, em Sorocaba e na Rua Joaquim Bernardes Borges, nº 433, Centro, em Itu. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (15) 3418-4560 e (11) 2429-3026 ou pelo site: www.oxicenter.com.br.

Novembro é o mês da saúde. Além do Combate ao Câncer de Próstata, a cor azul também chama a atenção para o diabetes, doença considerada epidemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Saúde, do Governo Federal, 6% da população brasileira possui a doença. Este número representa, aproximadamente, 9 milhões de pessoas em todo o país, ou 100 mil na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS). O quadro é agravado, quando a Associação de Diabetes de Sorocaba (ADS) divulga que muitos não sabem que têm a doença ou não a tratam adequadamente. “É um cenário muito preocupante, pois estimamos que 3% das pessoas que têm diabetes desconhecem o problema. Além disto, 2% dos que sabem sofrer da doença não a tratam adequadamente, ignoram o problema e estando sujeitos às complicações”, alerta Eliete Venturini, coordenadora da ADS.

Dra. Daniela Flores, médica hiberbarista da Oxicenter, com unidades em Sorocaba e Itu (SP), explica que os riscos de complicações são enormes para quem desconhece ou ignora o diabetes. “Quem não controla o diabetes pode ter problemas de visão e audição, além de estar mais propenso a sofrer infartos e AVCs. Outra complicação comum é o surgimento de feridas nos pés, que não cicatrizam, pois a circulação também fica comprometida e o corpo não consegue atuar na recuperação da lesão”, alerta.

Quando o diabetes causa feridas que não cicatrizam é recomendada a oxigenoterapia hiperbárica, tratamento em que a pessoa respira oxigênio puro, concentrado a 100%, em uma câmara especial, pressurizada entre 2 e 3 atm. “O ar que respiramos possui cerca de 20% de oxigênio, a uma pressão aproximada de 1 atm. Este ganho proporcionado pela oxigenoterapia faz com que o sangue com uma quantidade muito maior de oxigênio chegue às regiões comprometidas pelas lesões, além de potencializar o efeito dos antibióticos que atuam no combate às infecções”, explica Dra. Daniela. “Alguns pacientes só se descobrem diabéticos quando têm uma complicação, como uma ferida que não cicatriza, reforçando a importância de se trabalhar na prevenção e na conscientização das pessoas”, finaliza.

A necessidade de conscientizar a sociedade quanto à gravidade da doença e a importância dos cuidados preventivos motivou os parceiros Oxicenter, ADS e Shopping Cidade Sorocaba a promoverem, pelo segundo ano consecutivo, atividades gratuitas da campanha “Novembro Azul”, de combate ao diabetes, como destaca Juliana Ramon, gerente de marketing do Shopping Cidade Sorocaba. “É muito importante apoiar essa iniciativa e ajudar as pessoas a entenderem o diabetes com a seriedade que a doença exige. No ano passado, a ação já foi um sucesso. Neste ano, esperamos receber ainda mais pessoas”, comenta.

O mutirão de testes de glicemia e aferição de pressão arterial acontece no sábado, 19/11, a partir das 10h, no piso L3, logo na entrada do Shopping Cidade Sorocaba pela Avenida Atanázio Soares. Também haverá orientação sobre oxigenoterapia hiperbárica, com Dra. Daniela Flores, da Oxicenter, além da distribuição de bexigas azuis e panfletos educativos sobre diabetes e medicina hiperbárica.

A coordenadora da ADS frisa que, quem apresentar o resultado do teste de glicemia alterado, será aconselhado a procurar uma unidade de saúde. “O teste de glicemia dá um aviso. Caso apresente alterações, é importante procurar um médico para realizar outros exames e entender o que está acontecendo. Em sendo diagnosticado o diabetes, então, a pessoa precisa iniciar o tratamento e adaptar sua vida para conviver com a doença, sem correr o risco de complicações”, orienta.

A osteomielite é uma inflamação nos ossos mais longos do corpo. Para entender o que é a doença e os tratamentos confira uma entrevista com a Dra. Daniela Vendramini Flores.

https://globoplay.globo.com/v/4915702/

Entrevista com o Dr. Camilo Saraiva no programa “Na Noite” na rádio Ipanema 91,3 FM

 

Feridas e infecções de difícil cicatrização podem ser ocasionadas por diversos motivos. O principal deles é a diabetes, doença que atinge 7,6% da população brasileira, segundo dados do Ministério da Saúde. Porém, outro fator que tem levado milhares a procurarem por tratamentos especializados são os acidentes de trânsito, principalmente, os que envolvem motocicletas.

O supervisor de vendas Joacir da Fonseca, de 37 anos, que sofreu um acidente grave de moto, há cerca de quatro meses, e precisou amputar o pé. Depois disto, ficou quase um mês tentando recuperar a ferida, que ainda persistia no local da lesão, fazendo inúmeros curativos. Sem sucesso, foi indicado por uma médica a procurar pela medicina hiperbárica e iniciou o tratamento. O médico hiperbarista Dr. Camilo Saraiva, da clínica Oxicenter, de Sorocaba, explica que a terapia consiste em respirar oxigênio a um nível de 100%, dentro de uma câmara especial e pressurizada, o que faz com que a circulação sanguínea seja ativada e melhore, significativamente, o processo de cicatrização.

Joacir precisou ser submetido a 50 sessões do tratamento. “Se não fosse a terapia, eu já teria amputado, não só o pé, mas até o joelho”, conta o paciente. Rita de Cássia Barbosa, de 31 anos, também sofreu um acidente de moto na rua onde mora, no bairro Parque Vitória Régia ll, em Sorocaba, e teve um corte profundo no joelho. O agravante é que ela é diabética e, por isso, a cicatrização da ferida é prejudicada, assim como para milhões de diabéticos no mundo todo. “Nem os pontos conseguiram fechar o corte no meu joelho. Tinha que fazer curativos várias vezes ao dia e, mesmo assim, não parava de sangrar. As faixas ficavam todas sujas, além da dor que eu sentia, que era horrível”, relata. Rita foi orientada por um amigo da família a procurar pela medicina hiperbárica. Ela ainda conseguiu se tratar, gratuitamente, pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e diz que, logo após as primeiras sessões, o ferimento já começou a cicatrizar. “Nem acreditei quando tirei a faixa e vi que o corte estava fechando”, comemora.

O médico hiperbarista Dr. Camilo confirma que muitos pacientes que procuram pelo tratamento são vítimas de acidentes de trânsito, mas que a terapia é igualmente eficaz em diversos casos de ferimentos graves. “O tratamento é indicado para problemas que vão, desde feridas de difícil cicatrização ocasionadas por acidentes, passando por fístulas e deiscências (abertura de feridas operatórias) até infecções graves de pele (erisipela), infecção nos ossos, lesões após radioterapia e queimaduras graves”, explica.

Ele ressalta, contudo, que a falta de cuidado ou tratamento inadequado de feridas profundas pode causar infecções gravíssimas. “Uma ferida não tratada pode levar à amputação do membro e, em casos mais complexos de infecção generalizada, pode resultar, até mesmo, na morte”. A medicina hiperbárica é realizada em todo o mundo e aprovada pelo Conselho Federal de Medicina, desde 1995. A grande novidade é que, a partir de 2012, o tratamento foi incluído pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no rol de procedimentos com cobertura obrigatória por todos os planos de saúde para algumas patologias, como é o caso do pé diabético.

Em Sorocaba e região, o tratamento é oferecido pela clínica especializada Oxicenter, no Jardim América. Para obter mais informações ligue: para (15) 3418-4560.